Município de Vila Pouca de Aguiar reduz número de ninhos de vespa asiática

O Município de Vila Pouca de Aguiar, através do trabalho efetuado pelo núcleo da Proteção Civil Municipal, conseguiu reduzir a existência de ninhos de vespa asiática no concelho, no ano de 2025, devido a medidas preventivas e à rápida resposta às denúncias recebidas.

No ano transato, o concelho de Vila Pouca de Aguiar registou 126 ninhos de vespa asiática, de acordo com a rede de distribuição de ninhos elaborada pelos serviços municipais de Proteção Civil.

Numa nota publicada nas redes sociais do município pode ler-se que “comparativamente a 2024, verifica-se um decréscimo significativo no número de ninhos, resultado de uma estratégia eficaz de prevenção, vigilância e intervenção rápida”. Referem ainda que, na maioria das situações, os ninhos foram eliminados no próprio dia da comunicação da ocorrência, reduzindo riscos para a população e para a apicultura local.

O combate à vespa asiática tem sido uma prioridade da Proteção Civil Municipal

Como estratégia no combate aos ninhos de vespa asiática, o Município aponta como essencial “a resposta rápida às ocorrências e o reforço das medidas preventivas que permitiram reduzir significativamente o número de ninhos no concelho, aumentando a segurança das populações e protegendo o setor apícola”. Indicam também que faz parte do processo a instalação de armadilhas no início da primavera, que permitiu a captura de numerosas rainhas colonizadoras, limitando a formação de novos ninhos ao longo do ano.

 

Especificidades climatéricas do concelho diferenciam localização de ninhos

Na mesma informação publicada, a Câmara Municipal refere que a análise do mapa de ocorrências demonstra, por um lado, que o Vale de Aguiar concentrou a maioria dos casos, sendo a sede do concelho o aglomerado urbano mais afetado, “com 32 ninhos identificados e eliminados, sendo que as características da vegetação e as condições climáticas da zona explicam esta maior incidência”. Por outro lado, a região do Alvão “apresenta uma densidade muito reduzida de ocorrências, sendo o reflexo de um contexto ambiental menos favorável à proliferação da espécie invasora, tal como acontece nas zonas de Jales e Tresminas em que apenas se registaram situações pontuais”.

A nível de passos futuros, o Município informa que “irá manter e reforçar esta estratégia preventiva, apelando simultaneamente à colaboração dos munícipes, através da comunicação atempada de situações suspeitas, como forma de garantir uma atuação célere e eficaz no combate à vespa asiática”, concluem.

Foto: DR


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14/01/2026

Sociedade

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